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A inglesa Priya Ganatra, terapeuta holística com formação em medicina herbal tradicional e aromaterapia, concedeu uma entrevista exclusiva ao Colo de Cumaru. A terapeuta falou sobre sua experiência com o uso da aromaterapia e de técnicas de respiração em hospitais e hospices* nos Estados Unidos e no Reino Unido. Com seu trabalho, Priya tem ajudado pessoas em cuidados de fim de vida, seus familiares e profissionais da área da saúde.



Elizangela Rubia e Priya Ganatra em evento sobre aromaterapia, realizado no Brasil.
Elizangela Rubia e Priya Ganatra em evento realizado no Brasil.

Conte-nos sobre o seu trabalho e como encontrou a Aromaterapia.


Minhas qualificações em Trabalho Juvenil e Comunitário me levaram a empregos nos quais apoiei crianças e jovens com dificuldades e desafios aqui no Reino Unido e nos Estados Unidos (EUA). Descobri que os jovens nem sempre querem falar sobre seus problemas ou questões que estão enfrentando, mas os expressam de muitas maneiras diferentes. Eu me deparei com a Aromaterapia quando estava conversando com um coach espiritual e de carreira sobre como expandir minhas habilidades para oferecer uma abordagem mais holística ao trabalhar com adolescentes. Ele tinha um folheto de uma escola de aromaterapia e sugeriu que eu desse uma olhada, falasse com o diretor e considerasse a aromaterapia como uma carreira. Depois de conversar o diretor da escola, matriculei-me e obtive minha qualificação em Medicina Tradicional Chinesa e Aromaterapia em 2009. A partir daí, aproveitei a oportunidade para ser voluntária em um hospice local, oferecendo aromaterapia e massagens. Posteriormente, mudei de um ambiente de cuidados paliativos para hospitais em Londres (Reino Unido), oferecendo aromaterapia para pacientes com câncer e agora, com Spread a Smile’*, trabalho nos hospitais infantis de Londres, conduzindo sessões de aromaterapia para pais, profissionais de saúde e crianças e jovens. Sou muito apaixonada por essa área da minha carreira, por poder usar a aromaterapia em ambientes onde as pessoas mais precisam.


 

“Às vezes, um toque quente e reconfortante é tudo o que é necessário para o paciente sentir que alguém está ali com ele e que não está sozinho.”

 

Como a aromaterapia pode ajudar os pacientes em cuidados paliativos?


Os tratamentos de aromaterapia oferecidos em cuidados paliativos podem ter um impacto profundo na saúde emocional, psicológica e física das pessoas. A mistura certa de óleos essenciais por meio de massagens e aplicações tópicas pode aliviar a dor e o desconforto da dor física e alguns óleos essenciais têm aromas que podem ser calmantes e relaxantes que ajudam a reduzir o estresse e a preocupação que o paciente possa estar sentindo. Além disso, as parteiras da alma usam óleos essenciais específicos que têm um efeito espiritual e podem ajudar o paciente no momento da morte. As famílias também relatam um benefício para eles ao verem seu ente querido mais confortável e desfrutando do aroma que é mais agradável do que os cheiros de hospital! Já usei óleos essenciais em massagens simples de mãos e pés durante a fase final da vida de alguns pacientes e testemunhei como eles são acalmados pelas lembranças do aroma e suas famílias relataram o quanto isso foi especial para eles testemunhem o que ocorreu. Às vezes, um toque quente e reconfortante é tudo o que é necessário para o paciente sentir que alguém está ali com ele e que não está sozinho.



3. Como os familiares dos pacientes podem ser ajudados?


Na ‘Spread a Smile’, meu foco tem sido fornecer tratamentos de aromaterapia para os pais das crianças que estão gravemente doentes. Como cuidadores primários, os pais frequentemente relatam que se sentem isolados, sobrecarregados, descuidados e também não estão cuidando de seu próprio bem-estar emocional ou físico. Consegui oferecer o apoio terapêutico necessário, criando um espaço dentro do ambiente hospitalar onde os pais podem receber uma massagem nas mãos com óleos essenciais que misturamos, receber um inalador aromaterápico e aprender algumas técnicas simples de respiração - tudo isso enquanto o filho está sendo cuidado pela enfermeira/ludoterapeuta. Os pais relatam que não têm tempo para eles, ou não respiram com intenção há muito tempo. Eles realmente valorizam esse tempo para apenas relaxar e serem cuidados sem falar sobre as necessidades médicas de seus filhos. É tão importante cuidar de quem cuida dos outros, os filhos podem sentir como os pais estão se sentindo e isso pode afetar como a criança se sente e se comporta. Essas sessões de aromaterapia se tornaram tão valiosas para os pais que passaram a ser solicitadas por eles regularmente.


 

“Para ajudar e apoiar a saúde emocional e mental da equipe de saúde, enfermarias específicas dentro dos hospitais estão organizando mensalmente ou a cada dois meses um dia ou mesmo semana de bem-estar”.

 

Pesquisas realizadas em todo o mundo mostram o alto índice de estresse e problemas de saúde dos profissionais que cuidam de outras pessoas. O autocuidado é sempre negligenciado. A aromaterapia também pode ajudar esses profissionais? Como?


Sim, definitivamente - notamos o mesmo nas pesquisas. O alto índice de estresse e problemas de saúde levam muitos enfermeiros e profissionais da área da saúde a deixar seus empregos ou profissão. Atualmente, temos uma escassez de profissionais de saúde no Reino Unido. Para ajudar e apoiar a saúde emocional e mental da equipe de saúde, enfermarias específicas dentro dos hospitais estão organizando mensalmente ou a cada dois meses um dia ou mesmo semana de bem-estar. Nesse período, elas oferecem aromaterapia e massagem, mindfulness, tempo para que os funcionários sejam tratados com boa comida e guloseimas. Recentemente, fui solicitada a fazer massagens nas mãos das enfermeiras das enfermarias infantis. Posteriormente, recebi da gerência, o retorno que uma enfermeira clínica sênior deu ao hospital que dizia:


"Muito obrigada por tudo o que você fez na semana de saúde e bem-estar. Em particular, queria muito dar um feedback positivo sobre a sessão de massagem nas mãos e da aromaterapia. Nós, enfermeiras, fazemos muito com as mãos. Nós salvamos vidas com elas. Nossas mãos devem ser rápidas, limpas, precisas e, às vezes, apenas amorosas. Temos que lavar e gelar nossas mãos com muita frequência e muitos de nós desenvolvemos ressecamento, erupções cutâneas, dermatite nas mãos. Na maioria das vezes, não temos tempo para cuidar delas no trabalho, porque estamos ocupadas e temos que priorizar nossos pacientes. Fiquei muito emocionada ao perceber que Priya estava lá para nós, para dar um pouco de amor às nossas mãos que trabalham tanto. Isso me fez sentir valorizada, o que, infelizmente, é um sentimento raro para enfermeiras." LS, enfermeira sênior, julho de 2022



Oléo aromaterápico sendo pingado sobre mão
Foto: Christin Hume (Unsplash)

Como abordar os pacientes sobre o uso da aromaterapia como parte do processo de cuidado?


Pela minha experiência nesses últimos 12 anos trabalhando em hospices e hospitais, a terapia integrativa é bem recebida pelos pacientes. Muitas vezes há demanda e lista de espera. Os encaminhamentos para o serviço podem vir de médicos, da equipe médica ou diretamente do paciente. Uma vez explicada o que é a terapia integrativa, suas implicações, seus benefícios, incluindo quais sintomas a aromaterapia pode ajudar, eles aceitam. Como terapeutas, também precisamos permanecer flexíveis e não levar para o lado pessoal se um paciente recusar um tratamento um dia. É importante que os médicos e a equipe médica apoiem a aromaterapia, talvez os convidar para um workshop em que possam experimentar os benefícios pessoalmente e pedir-lhes que ofereçam aromaterapia ao paciente como parte de seu processo de cuidado. Isso facilita tanto para o paciente quanto para o terapeuta.


 

“Oferecer tratamentos para famílias e profissionais de saúde dentro dos hospitais tem sido muito emocionante”.

 

Existe alguma experiência específica que você possa compartilhar conosco sobre cuidar de pacientes, familiares e profissionais de saúde?


Cada vez que tenho a sorte de ser convidada pelo hospital para dar tratamentos de aromaterapia aos pais, crianças e jovens, pessoal clínico, testemunho o quanto precisam de cuidados e de tempo para eles. Trabalhar com os pacientes no hospice e no centro de câncer pode ter desafios e recompensas. Às vezes, os pacientes podem ser inconsistentes em comparecer às consultas ou estão atrasados - geralmente isso pode ser devido à doença e à necessidade de priorizar todas as outras responsabilidades. Por outro lado, os pacientes valorizam seu tempo com o terapeuta e muitas vezes se abrem e contam o que estão pensando e os incomodando. Posso ser a única pessoa com quem eles conversaram durante algum tempo em que a conversa não é médica e com quem eles podem ser abertos e honestos sobre sua doença. Oferecer tratamentos para famílias e profissionais de saúde dentro dos hospitais tem sido muito emocionante. A equipe do hospital organiza todas as consultas e garante que as famílias e as enfermeiras possam tirar um tempo para receber tratamento. Recebi muitos comentários sobre a diferença que uma massagem nas mãos de 20 minutos ou o uso de inaladores de aromaterapia, associado às técnicas de respiração tiveram em seu bem-estar emocional. A seguinte citação resume o impacto no serviço oferecido:


"As sessões de aromaterapia ‘Spread a Smile’ que oferecemos aos pais e cuidadores foram recebidas com gratidão pela equipe do hospital e pelos pais. Ao cuidar de uma criança ou jovem doente, os pais raramente têm tempo e espaço para si mesmos. A aromaterapia + técnicas de respiração e a atenção plena realmente ajudam os pais a se sentirem mais calmos e relaxados, além de oferecer uma ferramenta que eles podem usar repetidamente no ambiente hospitalar ou em casa" Diretor de Serviços, ‘Spread a Smile’, agosto de 2022


É essencial ter o apoio da equipe do hospital e da equipe de terapia integrativa durante todo o processo para garantir que você, como terapeuta, receba apoio quando precisar - trabalhar nessa área pode impactar sua própria saúde emocional.


 

“Como terapeutas, somos tão apaixonados por querer aliviar a dor dos outros que muitas vezes nos esquecemos de nós mesmos”.

 

Gostaria de deixar uma mensagem para os leitores do Colo de Cumaru?


Como terapeutas, somos tão apaixonados por querer aliviar a dor dos outros que muitas vezes nos esquecemos de nós mesmos. O aspecto mais importante é poder apenas estar presente e dar espaço para a pessoa. Não podemos mudar o diagnóstico ou suas circunstâncias externas, mas podemos mostrar compaixão e tocar a pessoa com nosso toque gentil e nos conectar com ela por nossos corações. Isso é um verdadeiro privilégio pelo qual devemos ser gratos.



 

*Os hóspices são muito populares na América do Norte e em muitos países europeus. São espaços de acolhimento integral, humanizado, onde pessoas com diagnóstico de doença avançada e incurável são assistidas com foco em cuidados paliativos.


**’Spread a Smile’ é uma organização não-governamental que, por meio de visitas presenciais e virtuais, leva alegria e esperança para crianças gravemente doentes em hospitais, hospices e lares em todo o Reino Unido.

 

Sobre Priya Ganatra

Nascida no Reino Unido, começou a oferecer terapias integrativas em hospitais depois de se qualificar no Instituto de medicina herbal tradicional e aromaterapia (Reino Unido) em 2009. Como voluntária em um hospice, Priya desenvolveu interesse profissional em cuidados de fim de vida, aprimorou seu treinamento clínico e ensinou técnicas simples de massagem nas mãos para que enfermeiras de hospices pudessem entender e experimentar os benefícios da terapia integrativa. Em 2017, mudou-se para o University College London Hospital (UCLH) Cancer Center, onde continuou a oferecer cuidados para pacientes que faziam quimioterapia e também os tratados na unidade ambulatorial. No início de 2020, Priya se juntou à instituição 'Spread a Smile', onde tem ministrado sessões presenciais e online de bem-estar terapêutico individual e em grupo, combinando o uso de AromaSticks ® com técnicas de respiração, para pais que cuidam de crianças e jovens com doenças graves.





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  • Colo Cumaru

O Colo de Cumaru deseja que 2023, todos possam olhar para si mesmos com mais amor, respeito e compaixão.




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Atualizado: 21 de nov. de 2022

É preciso despertar nos gestores a relevância do cuidar de quem cuida, e nos próprios profissionais a importância do autocuidado quando se fala em saúde mental.



Desenho de um perfil de uma pessoa com pedaços de papéis coloridos saindo pela cabeça.
Imagem : Canva


O ano é 2022, do século 21. Vivemos em um mundo complexo, em que as mudanças são uma constante e ocorrem cada vez de forma mais veloz. Os avanços se dão por todos os lados e impactam as pessoas em vários campos da vida.


As sociedades acompanham as transformações. Ainda lidamos, porém, com questões em que a evolução não ocorreu no mesmo ritmo. Trataremos, aqui, da saúde mental. Nossa decisão de abordar o tema está diretamente ligada ao autocuidado e ao cuidar de quem cuida.


Com frequência, abordamos a necessidade de cuidado e autocuidado por parte daqueles que estão na linha de frente da saúde, de cuidadores profissionais ou informais. Necessário ressaltar que profissionais que atuam em atividades administrativas e nos serviços gerais em hospitais, centros de saúde ou qualquer espaço onde o cuidar seja a atividade central, também devem ser considerados quando falamos em cuidado. Cuidar de quem cuida não é uma prática comum nos círculos ligados à saúde no Brasil ainda.


Falar sobre saúde mental é um tabu. O tema ainda é estigmatizado por boa parte da população mundial. Ao se calar sobre o assunto, não se discute sobre uma questão de extrema importância para o bem-estar individual e coletivo.


Ao nos negarmos a colocar o tema na mesa para o debate, estamos ignorando os impactos que a ausência do tratamento das doenças mentais causa na vida das pessoas. Tomemos como exemplo os efeitos da ansiedade e a depressão sobre nós. De acordo com a psiquiatra Gabriela Galvão, ambas “têm o poder de paralisar e acabar com a qualidade de vida de uma pessoa”.


As doenças mentais devem ser encaradas como se olha para as doenças físicas. Qualquer pessoa está sujeita a ter que lidar com uma doença mental. Os pacientes devem ser tratados sem medo ou sem serem excluídos. A busca de um profissional especializado é essencial para o correto diagnóstico e tratamento.


Dados que impressionam


Em texto publicado pelo Colo de Cumaru, intitulado “É preciso falar sobre o suicídio de forma aberta”, mencionamos um estudo da Fiocruz Mato Grosso do Sul e Fiocruz Brasília de 2022, mostrando a elevada carga de estresse a que são submetidos profissionais de saúde e os impactos na saúde física e mental dos mesmos. Os resultados da investigação, que se restringiu ao período da COVID-19, não devem diferem da realidade diária dessas pessoas.


Os dados são alarmantes e mostraram que:

  • 65% dos profissionais de saúde apresentaram sintomas de transtorno de estresse;

  • 61,6% de ansiedade;

  • 61,5% de depressão.


Olhando para além do universo da esfera da saúde, constata-se a urgência de encarar a saúde mental como prioritária. Relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado em junho passado, mostrou que, em 2019, quase um bilhão de pessoas vivia com transtorno mental no mundo. De acordo com o documento, “os transtornos mentais são a principal causa de incapacidade, causando um em cada seis anos vividos com incapacidade. Pessoas com condições graves de saúde mental morrem em média 10 a 20 anos mais cedo do que a população em geral, principalmente devido a doenças físicas evitáveis”.


Outro levantamento, a pesquisa anual Global Health Service Monitor (Monitor de Serviço de Saúde Global), do Ipsos, reconhecida empresa de pesquisa de mercado, realizada em 34 países entre 22 de julho e 5 de agosto deste ano, demonstrou que, em nível mundial, a saúde mental foi a segunda maior preocupação das pessoas quando se fala em saúde, superando o câncer pela primeira vez.


Considerando o Brasil, constatou-se que para quase 50% (cinquenta por cento) dos brasileiros, os transtornos mentais passaram a ser uma das principais preocupações de saúde. Se compararmos o Brasil com outros países, a apreensão com a saúde mental atinge os níveis mais altos.


Preocupar com as questões mentais não significa agir em busca de cuidados. Em termos globais, o relatório do Ipsos apontou que no último ano:

  • somente 18% dos entrevistados informaram ter tomado algum medicamento para ajudar a tratar de questões como estresse ou depressão;

  • 16% buscaram um conselheiro, psicólogo ou psiquiatra para falar sobre o tema;

  • 14% conversaram com o provedor de cuidados de saúde primário, como um médico de família, sobre sua saúde mental;

  • 14% licenciaram-se do trabalho/escola para lidar com um problema pessoal de saúde mental.

Seguindo em frente


São muitos desgastes físicos, psíquicos e emocionais que surgem quando existe a responsabilidade de lidar com a vida humana em situações que oferecem riscos e perigos. É preciso despertar nos gestores a relevância do cuidar de quem cuida e naqueles que estão na linha de frente da saúde, a importância do autocuidado. Uma lupa deve ser colocada no tema saúde mental.

Há muito a fazer nessa jornada do cuidar. A informação é uma grande aliada nesse sentido. A internet está aí para facilitar a disseminação das informações. Existem diversas fontes confiáveis de informação que esclarecem sobre o tema.


Entender que as doenças mentais podem afetar qualquer pessoa em qualquer época da vida – independentemente de idade, sexo, classe social ou profissão, que devem ser tratadas como qualquer doença física, é crucial para que sejam superadas as barreiras que ainda criam o estigma em torno do tema.


O autocuidado, porém, pode começar desde já. Olhar para os ambientes de trabalho, social e familiar, perceber o que ocorre e quais são os impactos que afetam o dia a dia de cada um, é o primeiro passo. Também é fundamental não ter vergonha de reconhecer o sofrimento e a necessidade de pedir ajuda. Autoempatia e autocompaixão são vitais para o cuidar de si e dar o passo seguinte: a busca pelo tratamento.


Para cuidar de quem cuida é necessário reconhecer que, pelas tarefas exercidas, essas pessoas também são propensas a desenvolver doenças mentais. O suporte a elas passa pelo olhar atento, pela escuta ativa, pelo não-julgamento e pela compaixão. É importante ajudá-las a entender que necessitam de ajuda e a buscar o apoio correto.


Quando se fala em saúde mental, o importante é não se acomodar. Aos primeiros sintomas que possam levar a suspeitar de que algo não anda bem física, psíquica ou emocionalmente, é necessário procurar ajuda.


Juliana Toscano

Aquela que dá colo

Jornalista

PaliAtivista

Sentinela – Guardiã de Fim de Vida






Onde buscar ajuda


Centros de Atenção Psicossocial (CAPS)

As unidades que prestam serviços de saúde de caráter aberto e comunitário, atendem, prioritariamente, pessoas com sofrimento ou transtorno mental, tanto situações de crise quanto nos processos de reabilitação psicossocial. Pessoas com necessidades decorrentes do uso de álcool e outras drogas também são assistidas.

Caso o município não possuir nenhum CAPS, o atendimento de saúde mental é feito pela Atenção Básica, principal porta de entrada para o SUS, por meio das Unidades Básicas de Saúde ou Postos de Saúde.


Mapa da Saúde Mental

Site com informações sobre serviços públicos de saúde mental disponíveis em todo território nacional, além de serviços de acolhimento e atendimento gratuitos ou voluntários realizados por ONGs, instituições filantrópicas, clínicas escola, entre outros.


Onde se informar


Rede de Proteção à Vida

Informação e apoio que pessoas possam superar suas dificuldades e transtornos emocionais, equilibrando a saúde mental e espiritual.


Finitude Podcast

A saúde mental é o tema central da sétima temporada do Finitude Podcast. São 6 episódios que abordam questões como saber lidar com a depressão, como o transtorno de ansiedade e com o burnout.

Os episódios estão disponíveis nos tocadores de podcast e também no Youtube do Finitude.

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